quinta-feira, 13 de maio de 2010




"É uma saudade pós-saudade. Uma saudade sem o peso de uma saudade. Uma saudade sem a tortura de uma obsessão. Uma saudade de detalhes que só vem em sonhos que não me acordam antes das cinco. Uma saudade que não podia sentir quando estava cheio de saudade. Uma saudade que remete ao último gole do meu bourbon em copo de extrato de tomate. Uma saudade de quem aprendeu a conviver com o pôr do sol."

Gabito Nunes in Saco cheio de saudade

6 comentários:

franck disse...

Essa sua saudade lembra-me a saudade que postei no meu último post...
Bjs!

Dryka Sales disse...

que lindo aqui..

me visita?
http://drykasales.blogspot.com/

beijos :*

Camila Paier disse...

Eu fico, e tô assim: absorta em saudade quieta, tranquila. E essa, é a que mais dói. Talvez essa, que a gente encubra em dia-a-dia e obrigações, porque não há o que se fazer, por já ter se feito tudo, demais.
Beijos, Claa
Lindo como sempre!

rawane kellyn disse...

muito confortante seu blog
adorei aaquii

beeiiiijo :**

Grafite disse...

ah! a saudade...
adorei o post!

beiijo
*.*

Clarissa M. Lamega disse...

É o tipo de saudade que nos encobrimos mesmo, colocamos debaixo da cama e escondemos! Obrigada à todos *-* e volte sempre, rawane!

beijos

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