segunda-feira, 25 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

"O amor nunca morre de morte natural. Morre porque o matamos ou o deixamos morrer…Morre com um beijo dado sem ênfase. Um dia morno. Uma indiferença. Uma conversa surda…O amor é sempre assassinado. Para confiarmos a nossa vida para outra pessoa, devemos saber o que fizemos antes com ela."
Fabrício Carpinejar
segunda-feira, 28 de novembro de 2011

"Descobri que ela tinha coragem. Não iria temer um desafio. Mesmo que fosse complicado como eu."
Fabrício Carpinejar in Por que eu amo minha mulher?
terça-feira, 22 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011

"O amor é procurar cabelos para completar as mãos, é procurar o que não se viveu para contar. É esperar o sol aquecer o lado ileso da cama. É não apagar direito a ausência, a letra, o cheiro. É insistir com respostas sem as perguntas. Adiar o amor ainda é cumpri-lo. Fingir que não se sente é exercê-lo. O amor devora os sobreviventes. Não lembra do pente, da navalha, da tesoura de unhas, do jornal, do abajur. O amor não lembra do que precisa. Amor é não precisar de nada. É precisar do que acontece depois do nada, ainda que não aconteça. O amor confunde para se chegar ao mistério. Embaralha para não se ouvir. Perde-se no próprio amor a capacidade de amar. Amor é comer a fruta do chão. O chão da fruta. O amor queima os papéis, os compromissos, os telefones onde havia nomes. O amor não se demora em versos, se demora no assobio do que poderia ser um verso. O amor é uma amizade que não foi compreendida, uma lealdade que foi quebrada. O amor é um desencontro por dentro."
sexta-feira, 28 de outubro de 2011

“Saudades ficam violentas quando mudamos de endereço. Saudades ficam insuportáveis quando mudamos de sentido.
Você confunde sacrifício com covardia. Compreendo. Eu confundo amor com loucura.”
segunda-feira, 10 de outubro de 2011

"Mulheres e homens se desesperam por um amor público, encantado, de estádio cheio, e cobram provas mirabolantes de seus parceiros. Reclamam da rotina, da previsibilidade, e exigem declarações barulhentas para despertar a inveja do próximo.
Não valorizamos a passionalidade silenciosa, a passionalidade humilde, a passionalidade generosa, a passionalidade tímida, a passionalidade artesanal.
Fabrício Carpinejar in Falso brilhante
quinta-feira, 15 de setembro de 2011

"Fotos de amor são ridículas, mas ainda mais ridículo é nunca tirar fotos de amor. (…)
Fotos ridículas e inesquecíveis, adequadas para chantagem e suborno, mas que se tornam – por vias tortas – recompensas do amor.
São justamente as fotos que vamos procurar para sentir saudade."
Fabrício Carpinejar in O amor perdoa tudo
terça-feira, 13 de setembro de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
"Não é necessário ter consciência para ser feliz. Não é fundamental entender para amar."
sexta-feira, 5 de agosto de 2011

“Tempo é ternura.
Perder tempo é a maior demonstração de afeto. A maior gentileza. Sair daquele aproveitamento máximo de tarefas. Ler um livro para o filho pequeno dormir. Arrumar as gavetas da escrivaninha de sua mulher quando poderia estar fazendo suas coisas. Consertar os aparelhos da cozinha, trocar as pilhas do controle remoto. Preparar um assado de 40 minutos. Usar pratos desnecessários, não economizar esforço, não simplificar, não poupar trabalho, desperdiçar simpatia. (…)
Intensidade é paciência, é capricho, é não abandonar algo porque não funcionou. É começar a cuidar justamente porque não funcionou.
Casais há mais de três décadas juntos perderam tempo. Criaram mais chances do que os demais. Superaram preconceitos. Perdoaram medos. Dobraram o orgulho ao longo das brigas. Dormiram antes de tomar uma decisão.Cederam o que tinham de mais precioso: a chance de outras vidas. Dar uma vida a alguém será sempre maior do que qualquer vida imaginada.”
Fabrício Carpinejar In Tempo é ternura
sexta-feira, 29 de julho de 2011

"Abraço tem que ter pegada, jeito, curva. Aperto suave, que pode virar colo. Alento tenso, que pode virar despedida. (...)
Devemos fechar os olhos no abraço, respirar a roupa do abraçado, descobrir o perfume e a demora no banho. (...)
Abraço é confissão.
Fabrício Carpinejar in Abraço de Judas
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Gente, Fabrício Carpinejar palestrando em Curitiba dia 24/08! Quem vai?!!
Mas pra quem não mora aqui, vai ter em outras cidades também!
Confira a agenda completa
:)
quarta-feira, 8 de junho de 2011

"O amor é uma grande coragem cheia de pequenas covardias."
Fabrício Carpinejar in Isso quando não ocorre falha de conexão
quinta-feira, 3 de março de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"Não é melhor assim. Não tem como abafar os ruídos do choro. O corpo não é um travesseiro. Seca com os soluços.
Não é melhor assim. Haverá gritos, disputa, danos. É como beber um remédio, sem empurrar a colher para longe ou moldar cara feia. É engolir o gosto ruim da boca, agüentar o desgosto da falta do beijo. (...)
Descobrir a insuportável e delicada memória que teve um fim, não um final feliz. Ainda que a dor arrebente, ainda é melhor assim."
Fabrício Carpinejar
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Eu acho que a beleza das palavras é fundamental. Se você sabe falar no ouvido, no ritmo certo do vento, fazer pausa, criar melodia, você vai se tornar automaticamente bonito. Porque a mulher fecha os olhos para sentir prazer, a voz são os olhos abertos da mulher."








